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COMBAZE Conselho das Ass. Moradores da Zona de Expansão de Aracaju
Conselho das Associações de Moradores onde UNIÃO FAZ A FORÇA!

16/10/2009 GMT 1

REUNIÃO SENADOR VALADARES

drummond @ 17:28

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Reunião com Senador VALADARES

drummond @ 17:12

REUNIÃO COM VALADARES E COMBAZE ,ELBER PARTICPA.
16/10/2009 - 12h06min

O senador Valadares e o vereador Elber Batalha Filho participaram hoje, 16 de outubro, de uma reunião com representantes do Combaze, Conselho das Associações de Moradores dos Bairros Aeroporto e Zona de Expansão de Aracaju, na sede do PSB, para discutirem sobre orçamento para construção de canais nestes residenciais.

De acordo com os moradores, com a construção dos canais acabaria ou minimizaria os problemas de alagamento na região, que se agrava no período de chuva. “Todo ano no inverno a gente sofre com os alagamentos e mesmo hoje, com sol, existem localidades, a exemplo do Robalo, que está totalmente ilhada”, disse Karinna Drummond, representante do Combaze.

O vereador Elber Batalha Filho sugeriu que a verba para a construção dos canais fosse liberada como emenda de bancada, onde os deputados federais e senadores por Sergipe destinariam parte de seus recursos para execução desta obra. “A emenda de bancada tem mais força para ser liberada por ser uma emenda coletiva. A idéia é atrelar esta obra ao orçamento da união”, disse Elber.

O líder do prefeito ainda disse que Edvaldo Nogueira pretende dar início às obras já no começo de 2010. “O prefeito disse que, no mínimo, as obras do canal do Costa do Sol serão iniciadas ano que vem. Esta primeira vitória se deve também a incessante luta das associações que compõe o Combaze”, frisou.

Já o senador Antônio Carlos Valadares disse que este tipo de emenda é simples e se comprometeu com o Combaze. “Vamos agora procurar os deputados e senadores para que destinem parte da verba deles na execução desta obra. Caso isso não ocorra, pretendo repassar a maior parte do meu orçamento para construção do canal do Costa Sol. Podem contar com meu apoio”, disse.

CANAL

O projeto de macrodrenagem de toda Zona de Expansão está orçado em 500 milhões de reais. Nesta região, está compreendido cerca de 40% do território da capital sergipana, onde vivem aproximadamente 70 mil habitantes. Hoje, todas as obras na Zona de Expansão estão embargadas pela jústiça federal. Nenhuma nova obra pode ser construída na região. “O que nós queremos com esta reunião é viabilizar o início da macrodrenagem com a construção do canal do Costa do Sol e, posteriormente, o canal do Beira Mar. A construção deste dois canais está orçada em 27 milhões. A partir daí, teremos um crescimento ordenado da região e traremos a real qualidade de vida propagada pelo prefeitura de Aracaju”, falou Karinna.

FONTE SITE www.elberbatalha.com.br

02/10/2009 GMT 1

Parceria gera discussão sobre Plano diretor

drummond @ 21:49

Parceria gera discussão sobre Plano diretor
Publicada: 11/09/2009

O presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura, e Agronomia de Sergipe (Crea/SE), Jorge Silveira recebeu esta semana, o presidente da Câmara Municipal de Aracaju (CMA), Emmanuel Nascimento (PT). O superintendente do conselho, Sérgio Maurício também participou do encontro que teve como objetivo firmar uma parceira entre o Conselho e a CMA.
Promover discussões acerca do Plano Diretor, entre o conselho e os vereadores, no sentido de orientá-los sobre os termos técnicos do documento foi outro foco da reunião. “Essa parceria com a Câmara é de grande importância, pois temos que fazer o que é melhor para a população”, afirmou o presidente do CREA-SE, Jorge Silveira, que ressaltou ainda a parceria já firmada com a Assembléia Legislativa no âmbito da engenharia pública.

Na ocasião foram tratados vários temas, a exemplo das mudanças urbanísticas no município de Aracaju e do Plano Diretor. O presidente da Câmara, Emmanuel Nascimento destacou os problemas enfrentados pelos moradores da Zona de Expansão e da Coroa do Meio, com relação a falta de saneamento básico. “Existem construções irregulares na região do Mosqueiro, é preciso corrigir os problemas para que a população que reside nesta região, não seja mais penalizada”, acrescentou.

Emmanuel aproveitou a oportunidade e anunciou que pretende fazer, em breve, um seminário para discutir com a população e os vereadores sobre o Plano Diretor de Aracaju. Sérgio Maurício e Jorge Silveira apoiaram a iniciativa do projeto e se disponibilizaram para ajudar. O presidente da CMA pretende convidar profissionais de todo o país, especializados no assunto, para participarem do evento que está sendo planejado.

Durante o encontro, também foi discutida a adoção de rede elétrica subterrânea em Aracaju, cujo projeto de lei de autoria de Emmanuel está tramitando no Legislativo Municipal. Outro destaque abordado foi o programa da Caixa Econômica Federal, que beneficia famílias com renda de até três salários mínimos, e tem o direito a assistência técnica profissional gratuita.

FONTE JORNAL DA CIDADE

24/09/2009 GMT 1

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drummond @ 12:27

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drummond @ 12:17

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19/09/2009 GMT 1

Pesquisa sobre construtora evita problemas com imóvel

drummond @ 05:53

/ edição do dia 15/09/2009 RSS O Portal de Notícias da Globo

15/09/09 - 07h59 - Atualizado em 15/09/09 - 07h59

Pesquisa sobre construtora evita problemas com imóvel
Precaução em negócios é essencial na compra da casa própria. Para não cair em nenhuma armadilha, antes de fechar negócio alguns cuidados são fundamentais.

O advogado Júnior Magalhães decidiu comprar o apartamento dos sonhos em uma área nobre de Maceió. Mas, ao tentar fazer a escritora, descobriu que o imóvel não tinha registro no cartório e a construtora estava irregular junto aos bancos. “Nós compramos, pagamos, mas não somos donos”, afirma.

Além dos documentos, é preciso ler o contrato com atenção, que o dia a dona de casa Jane Tadeu da Silva. A casa de praia em um condomínio de luxo tinha tudo para ser perfeita, mas não era. Todo material seria de primeira, mas, ao ocupar a casa, ela percebeu que até as telhas eram de péssima qualidade. “Tudo que eu tinha eu investi nessa casa, só que se tornou um pesadelo para mim”, conta.

A escolha pelo imóvel dos sonhos ainda exige mais. Dezenas de moradores de uma área na zona de expansão de Aracaju compraram os terrenos, construíram as casas, acreditando que o local teria toda a infraestrutura necessária para a moradia, mas depois da primeira chuva perceberam que o sonho tinha virado pesadelo. A cada chuva, o drama se repete. São inundações por toda parte. A falta de drenagem arrasta as economias de toda uma vida. “Se eu pudesse voltasse atrás, eu voltaria”, reconhece um senhor.

“A prefeitura licencia e tem uma responsabilidade importante. Quem constrói, o loteador, tem uma responsabilidade e uma obrigação instituída por lei, acima de tudo”, afirma a consultora Instituto de Arquitetos do Brasil Vera Ferreira.

Esse tipo de aborrecimento pode ser evitado com alguns cuidados. Na hora de comprar um imóvel, é fundamental fazer uma pesquisa sobre a construtora ou sobre o proprietário na prefeitura, no Procon e no cartório de registros. Uma consulta no site da Justiça Estadual também pode ajudar a verificar se a empresa está com tudo em dia.

“A construtora tem que ser transparente com o consumidor, no sentido de já mostrar a ele o cartório onde está registrado o loteamento, que o órgão municipal aprovou. Essas são informações que levam o consumidor a decidir pela compra. Portanto, são essenciais”, afirma Winston Neil, presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da OAB Federal.

FONTE http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1304573-16020,00-PESQUISA+SOBRE+CONSTRUTORA+EVITA+PROBLEMAS+COM+IMOVEL.html

18/09/2009 GMT 1

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drummond @ 00:57

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13/09/2009 GMT 1

ZONA DE EXPANSÃO .PISCINÃO DE ARACAJU!

drummond @ 18:57

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06/09/2009 GMT 1

reportagem que recebemos do jornal Correio do Povo de Alagoas

drummond @ 01:33

Zona de negligência, não de expansão
quarta, 03.06.2009, 09:34am (GMT-3)

Desenvolvimento que avilta, que agride, não pode ser jamais chamado de desenvolvimento. ‘Expansão’ que desrespeita, certamente deve ser chamada de ‘encolhimento’. Deve ser chamada de atraso. De empulhação. No sentido mais reles, deve ser chamada de populismo. E tudo isso cabe no ‘fenômeno novo-novíssimo’ que os sergipanos, e os aracajuanos sobretudo, se acostumaram a chamar de Zona de Expansão de Aracaju, um nome pomposo para esconder um lodaçal de desprezo promovido por homens públicos que atuam e agem com dinheiro público; que atuam e agem prevaricando com suas responsabilidades públicas.

Um lodaçal que tinha tudo para ser outra coisa bem diferente disso – uma zona de moradia com ar de nobreza, com a famosa tranquilidade ‘do de frente pro mar’, onde famílias de sergipanos, mesmo as de origem mais humildes como são as da maioria dos que ali estão hoje, pudessem ter uma moradia de futuro, menos insalubre, menos permeada por coliformes fecais, menos arriscosas de nelas se viver. A Zona de Expansão de Aracaju – e que zona! –, que se pode chamar de fenômeno porque fez engendrar ali mais de 70 conjuntos residenciais em menos de cinco anos, é um reflexo vergonhoso de uma cidade que cresce e incha sem nenhum rigor, sem nenhum zelo, sem o menor compromisso com as gerações futuras e sua qualidade de vida. A Zona de Expansão de Aracaju é um reflexo vergonhoso de uma cidade onde o setor da construção civil, às vezes, se junta às lideranças políticas e fazem as coisas aos seus modos, mas nunca do modo que deveria ser.

Ironicamente, depois de um mundo-sem-fim de gente ter acesso à sua mordia, de se instalar e os problemas virem à tona, aparecem agora os defensores de obras prontas para buscar solução, num quase atestado de que prevaricaram feio antes. Na semana passada chamou a atenção a ação – corretíssima se fosse adotada há cinco anos – do Ministério Público Federal, que pede providências para os problemas de saneamento que avilta o lençol freático dali, e proíbe que se façam novas construções por aquelas bandas. Não deixa de ser uma atitude correta, mas onde estava o MPF, o MPE, o Ibama e a Adema há cinco anos, quando tudo começou? Onde estavam o prefeito e a Câmara de Aracaju? Ah, estes são mais fáceis de oferecer uma resposta: certamente estavam dando retaguarda para ‘plantar casas no pântano’, esperançosos de que com elas engordassem um pouco suas poupanças eleitorais e se viabilizassem como poderosos. Mesmo que o povo, habitacionalmente, terminasse sempre mais ‘pobre’, ainda que donos de uma casa pra morar.

Mas certamente estas entidades e os políticos estavam todos juntos no mesmo projeto populista, que irmana Governos da União, da Prefeitura de Aracaju e hoje do Governo do Estado, no provimento de moradia popular, mesmo que a custa de graves erros ambientais. Todo mundo sabia que, pela conformidade do terreno daquela área, ter-se-ia problemas futuros, mas ninguém pôs qualquer obstáculos. Pelo contrário, os conjuntos foram brotando do chão como formiga carpideira, e era tudo tão natural, sem se ater que as pessoas e suas casas, sem drenagem, estariam sobre pântanos que hoje respondem duramente às chuvas. Hoje, o resultado é que, com o refluxo, o lençol freático dali é uma colcha de retalhos de coliformes fecais exposta a cada um dos seus habitantes.

Ibama, Adema, MPF, MPE e Prefeitura de Aracaju erraram feiamente. Proibir novos empreendimentos para o futuro por ali, vá lá, é acertado, mas não corrige o erro do passado. Tudo agora passa a ser muito mais caro pra fazer as coisas dentro de um rigor de saneamento que aquela zona necessita para, em vez de expansão, ela não seja de negligência.

Com menos de 600 mil habitantes, pode-se dizer que muito ainda há que se fazer por Aracaju e em Aracaju no campo da moradia, seja popular ou não. De quem é a culpa pela cidade não ter um Plano Diretor capaz de dar-lhe prumo, tino e rumo? Talvez seja de cada um dos cidadãos comuns, que ficam alheios a estas histórias, e elegem qualquer um que lhe apareça com conversa fiada e deixam tudo por isso mesmo. Como a Prefeitura de Aracaju e todos estes órgãos de vigilância da ordem erraram, que eles pelo menos voltem seus olhos e suas ações eficazes – no que não foram até agora – para o município de Barra dos Coqueiros, onde uma nova ‘Zona de Expansão’ se insinua. Agir depois que tudo esteja pronto será de novo um contributo para mais uma zona de negligência. Ou será que todos eles se apequenem e concordem mesmo com a ‘expansão’ que desrespeita e certamente será chamada de ‘encolhimento’?

FONTE
http://www.correiodopovo-al.com.br/v2/article/Sergipe/4159/

04/09/2009 GMT 1

Construtoras querem resolver questões da zona de expansão

drummond @ 17:26

Construtoras querem resolver questões da zona de expansão

Publicada: 04/09/2009

Texto: Marcia Pacheco / Foto: Jorge Henrique

Os empresários sergipanos do setor da construção civil demonstram interesse de unir esforços ao poder público para resolver os problemas de macrodrenagem e esgotamento sanitário na zona de expansão de Aracaju. A área, onde hoje se concentra boa parte dos lançamentos imobiliários do mercado aracajuano e onde várias construtoras têm terrenos, possui problemas sérios de infraestrutura, o que vem causando sérios prejuízos aos moradores da região. Na última quarta-feira, a juíza da 1ª Vara Federal, Telma Maria Santos, decidiu que os empreendimentos que ainda não obtiveram licença do poder público para ser construídos na zona de expansão estão com as obras suspensas, para evitar um agravamento da situação no local.

Na recente decisão, a juíza definiu que a liberação da construção de empreendimentos na zona de expansão está restrita às construções iniciadas antes da medida antecipatória que havia determinado a suspensão das obras e aos empreendimentos cujos pedidos de alvarás de construção tenham sido protocolados antes do deferimento da medida liminar, desde que estejam de acordo com o termo de ajustamento de conduta (TAC).

Além disso, os empreendimentos em andamento devem possuir rede interna de microdrenagem interligada à macrodrenagem existente na área e também possuir rede de esgotamento sanitário, utilizando sistema de tratamento de esgoto com filtro (Dafa). Também ficaram liberados os empreendimentos comerciais geradores de quantidade mínima de dejetos.

O empresário da construção Luciano Barreto, presidente da Associação Sergipana dos Empresários de Obras Públicas e Privadas (Aseopp), concorda com a decisão da Justiça de
manter as obras com todas as licenças aprovadas em andamento. Para ele, é hora dos empresários interessados na região unirem esforços para buscar, junto à Prefeitura de Aracaju (PMA), uma solução para a região. “Os empresários, juntos, podem fazer um investimento, através de Parcerias Público-Privadas (PPPs), por exemplo, para resolver os problemas de drenagem observados na região. Aracaju precisa continuar crescendo e a área que temos é na zona de expansão”, coloca o empresário.

Entendimento da Justiça

Ainda de acordo com a decisão judicial divulgada na quarta-feira, para a liberação de novos empreendimentos serão consideradas as providências já adotadas pela PMA, por meio da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), e pela Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), sendo também levada em consideração a situação atual dos moradores, do meio ambiente e daqueles que empregaram recursos e mão-de-obra, fomentando parte da economia da cidade.

A juíza Telma Maria definiu também obrigações a serem assumidas pelos entes que fazem parte da ação. À Administração Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Adema) cabe apresentar as licenças ambientais relativas aos empreendimentos do Programa de Arrendamento Residencial (PAR) e os cronogramas para verificação da implantação do sistema de tratamento de esgoto, devendo a Adema constatar o funcionamento, se está adequado.

A Emurb vai analisar o estado de obstrução dos canais e apontar alternativas para solucionar possíveis alagamentos. Junto à Adema, a empresa vai apresentar relatório técnico sobre o estado físico dos canais e lagoas que integram a rede de drenagem da região. A PMA deve reforçar a fiscalização e efetuar a paralisação de obras relativas a empreendimentos que estão sendo realizados na zona de expansão sem a devida autorização. O prazo para que os entes cumpram as medidas definidas pela Justiça é de 60 dias.

Condurb volta a discutir o Plano Diretor

Na manhã de ontem, o Conselho de Desenvolvimento Urbano e Ambiental do Município de Aracaju (Condurb) reuniu-se mais uma vez no auditório do Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos para discutir e encaminhar as propostas relacionadas ao Plano Diretor da cidade. Trata-se do instrumento que deverá orientar a atuação do poder público e da iniciativa privada quanto à ocupação e construção dos espaços urbanos.

O Plano Diretor de Aracaju está subdividido em três pontos: a lei, os códigos (código de parcelamento do solo, código ambiental, de postura) e os anexos da lei (mapas de vias, mangues, matas). Durante a reunião, o ponto principal de discussão foram as propostas apresentadas por diversos órgãos para o Código Municipal de Obras e Edificações.

O encontro, conduzido pelo secretário adjunto de Planejamento do município e suplente na presidência do Condurb, Dulcival Santana de Jesus, colocou em pauta 158 propostas, que serão concluídas na próxima reunião, marcada para 9 de setembro. Já no dia 15, todas elas serão submetidas a votação do conselho.

“Esse encontro é muito importante para deixar claro todos os pontos de vista, trocar conhecimentos técnicos sobre diversas áreas envolvidas e delinear todo o processo de ocupação urbana”, afirmou Dulcival Santana.

Propostas

Todas as propostas discutidas - apresentadas pelos órgãos que fazem parte do Condurb - convergem em um ponto fundamental: a preocupação com toda a arquitetura urbanística de Aracaju. Questões como atribuições dos empreendedores, das construtoras e do poder público, projeto de esgotamento sanitário, gerenciamento de resíduos, iluminação pública e acessibilidade, entre outros, são pontos imprescindíveis para organizar a ocupação da cidade.

Para o presidente da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), Paulo Roberto Melo Costa, a construção do Plano Diretor só tem sentido por ser coletiva. “Diversos órgãos, com seus conhecimentos técnicos, estão presentes para que não saiamos daqui com dúvidas. Ao colocar na mesa suas atribuições relacionadas a edificações, a Emurb também trouxe propostas para o gerenciamento de resíduos. Como temos a presença do Ibama, a discussão só tende a evoluir em uma única direção”, explicou Paulo Roberto.

O Plano Diretor de Aracaju é o projeto básico da política de desenvolvimento do município. Ele reúne uma série de normas que determinam o que pode e o que não pode ser feito em cada parte de cidade, levando em conta questões relacionadas à qualidade de vida da população e à preservação do meio ambiente.

Comentários do ConteúdoKarina Drummond(DIRETORA DO COMBAZE)
04/09/2009 12:47
Parabéns aos construtores pela atenção dada a ZONA DE EXPANSÃO DE ARACAJU.Acreditamos que a UNIÃO FAZ A FORÇA,com união e esforços de todos ,iremos resolver o problema de esgotamento sanitário e macrodrenagem desta região,ganhamos nós moradores e mais ainda os construtores que irão construir região com infra-estrutura necessária e seus imóveis serão cada vez mais valorizados.O poder público também ganha porque todos nós iremos APLAUDIR iniciativa e preocupação com saúde pública E MEIO AMBIENTE.

FONTE Texto: Marcia Pacheco / Foto: Jorge Henrique
http://2008.jornaldacidade.net/2008/noticia.php?id=41312

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