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COMBAZE
Conselho das Associações dos Bairros Aeroporto e Zona de Expansão

02/11/2007 GMT 1

Diretores do COMBAZE participam da inauguração do Residencial Franco Freire II

drummond @ 21:16

grande-346242.jpg" />Prefeitura realiza sonho da casa própria para mais 240 famílias

01/11/2007, 19:59

Duzentas e quarenta famílias realizaram na tarde de hoje, quinta-feira, o sonho da casa própria, com a inauguração do residencial Franco Freire II, no bairro Mosqueiro. A concretização veio através do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), desenvolvido pela Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA), por meio da Fundação Municipal do Trabalho (Fundat), em parcria com o Governo Federal, através da Caixa Econômica.

“É uma alegria muito grande participar desse momento importante na vida de cada um de vocês, que representa a esperança de uma vida nova, numa casa nova, numa casa própria. Nesse um ano e sete meses do meu governo, nós já entregamos quase 800 residências, mostrando o compromisso da Prefeitura de Aracaju com a melhoria da qualidade de vida do cidadão, com o social. Hoje a habitação é um dos graves problemas que as cidades enfrentam e esse projeto permite que as pessoas possam ter uma casa. A Prefeitura e o Governo Federal investiram R$ 131 milhões, gerando emprego, renda e desenvolvimento para o município de Aracaju e para o Estado de Sergipe”, afirmou o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira.

Edvaldo e as autoridades presentes conheceram a estrutura das casas, que contam com dois quartos, sala, cozinha e banheiro. Em seguida, fizeram a entrega das chaves a três arrendatários. Entre eles, Alan Silveira Lima Costa, que comemorou a conquista com a família. “Eu morava na casa dos meus pais e graças a Deus estou conseguindo essa vitória; depois de tantos anos de trabalho poder dar esse conforto para a minha família”, contou.

O presidente da Fundat, Carlos Magno, ressaltou o valor acessível da prestação para o arrendatário, que ficou em R$ 176,82. “O grande ganho do arrendatário é no custo do imóvel, na prestação, que é reduzida, porque a Prefeitura faz a infra-estrutura e reduz impostos. É um projeto habitacional de baixo custo e para uma faixa que não teria condições de entrar num financiamento que não fosse um programa de arrendamento”, afirmou, lembrando que após cinco anos o arrendatário pode quitar sua prestação, usando o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) ou qualquer outro tipo de financiamento.

O presidente da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), Valmor Barbosa, explicou outras ações feitas diretamente pela PMA no residencial. “A empresa contratada para fazer o empreendimento faz toda a infra-estrutura, drenagem, pavimentação, água e esgoto. A Prefeitura faz os acessos públicos e a iluminação das avenidas. Nesse caso específico, a Emurb fez uma parceria com a empresa contratada nessa rua, que fica na frente do residencial e em outra de acesso, através da qual nós entramos com equipamentos e materiais”, informou.

O prefeito falou ainda sobre o fato do período para entrega desse residencial ter sido maior com relação aos demais do PAR. “Esse residencial demorou para ser entregue porque nós percebemos que existiam algumas questões a serem resolvidas. Primeiro a licença ambiental, que demorou; segundo, problemas de drenagem, de esgoto, que a gente foi aos poucos resolvendo para que quando entregássemos as casas, elas tivessem em perfeito estado. Tem sido esse o nosso modo de governar: fazer aquilo que é melhor para a população. Para isso, nós temos trabalhado diuturnamente”, apontou.

Destaque nacional

Esse é o 35º condomínio do PAR inaugurado em Aracaju, atingindo a marca de 6.162 unidades habitacionais entregues. “Aracaju é um destaque nacional do PAR. Primeiro pela quantidade de unidades produzidas, que já chega a 7 mil entre construídas e em construção. A outra questão é a ocupação; nós não temos sobra ou ociosidade de imóveis do PAR. O terceiro é que a nossa inadimplência é baixa, o que permite que possamos continuar com o programa aqui em Aracaju”, afirmou o superintendente da Caixa Econômica em Sergipe, Gilberto Occhi.

O presidente da Fundat, Carlos Magno, falou ainda sobre os novos empreendimentos do PAR para a capital. “No total, são 6.340 residências este ano. Já para o próximo ano, estão em construção dois novos conjuntos: 160 apartamentos na avenida Santa Cleide e 140 no Santa Lúcia. Além disso, já há outros empreendimentos em vista e a Caixa está sinalizando para nove novos empreendimentos”, adiantou.

Também estiveram presentes na inauguração o vereador Francisco dos Santos (Chico Buchinho); a presidente da Associação dos Moradores da Área de Expansão, Karina Drumond; os secretários municipais Bosco Rolemberg (Governo), Carlos Cauê (Comunicação Social), Fabiana Pinho (Chefia de gabinete do prefeito), Tereza Cristina (Educação) e Jeferson Dantas (Finanças); representantes da construtora Santa Maria; além de gerentes da CEF.

CORREÇÃO A SR. KARINA DRUMMOND É DIRETORA DO COMBAZE.
Fonte Site Prefeitura Municipal de Aracaju

30/10/2007 GMT 1

COMBAZE apoia projeto de lei.

drummond @ 18:24

Está tramitando na Câmara, um projeto de lei de autoria do vereador Elber Batalha Filho, que torna obrigatória a divulgação da lista de presença dos vereadores.

De acordo com o projeto, a Mesa diretora da Câmara Municipal de Aracaju deverá divulgar diariamente na página oficial deste Poder, na internet, a lista com a freqüência dos vereadores às sessões ordinárias e especiais.

PARA MAIS INFORMAÇÕES, ACESSE O SITE: www.elberbatalha.com.br

28/10/2007 GMT 1

MP fará inspeção no PAR

drummond @ 23:48

MP fará nova inspeção no canal do PAR

O Ministério Público Estadual (MP) vai realizar nova inspeção no canal do Residencial Costa Nova, do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), localizado na Aruana. A iniciativa foi motivada pela reclamação da representante do Conselho das Associações de Moradores do Aeroporto e Zona de Expansão de Aracaju, Karina Drummond, de que o canal do conjunto habitacional está cedendo e de que a água que corre nas torneiras das casas corre o risco de ser contaminada, já que o cano mestre da Deso está instalado dentro do mesmo.

A inspeção, definida na manhã de ontem, durante uma audiência no MP, com a presença da procuradora do Ministério Público Federal (MPF), Gicelma Santos, será realizada pelo engenheiro perito do MP, Bosco Franco, em conjunto com representantes da Caixa Econômica Federal, Deso, Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb) e das construtoras responsáveis por empreendimentos na área no dia 5 de novembro. Na oportunidade, Karina Drummond informou ainda que alguns moradores estão fazendo ligações irregulares de esgotamento na rede de drenagem, o que está provocando o despejo de esgotos residenciais nas ruas do empreendimento.

Por conta disso, os fiscais da Emurb e Deso deverão realizar uma vistoria nas ligações irregulares de esgotamento, autuando os responsáveis e encaminhando cópia das notificações para o MP, num prazo de 30 dias. “A deficiência do sistema de drenagem existente faz com que haja refluxo dos esgotos para dentro dos banheiros, ou pias das casas. Por causa disso, alguns moradores fizeram essa ligação, que é irregular porque o refluxo está indo para as ruas e pode causar um problema de saúde pública. Já orientamos, mas eles não desfizeram as ligações, por isso vim aqui pedir a intervenção do MP”, explicou.

De acordo com Gicelma Santos, os problemas de esgotamento nessa região são causados pela falta de um projeto de macrodrenagem. “Cada construtora vai fazendo sua drenagem e os problemas vão surgindo”, ressaltou. “As caixas de drenagem existentes foram construídas nas esquinas das ruas e foram autorizadas pela Emurb para serem feitas dessa forma. Só que os ônibus que passam danificam e prejudicam a drenagem. Quando chove é que esse resultado é mostrado efetivamente”, completou o promotor de Justiça, Sandro Luiz da Costa, da Promotoria do Meio Ambiente.

Macrodrenagem

Forrar os canais, para evitar o assoreamento, construção de bocas-de-lobo e a interligação dos canais do Costa Nova, de responsabilidade da Construtora Santa Maria, com o novo canal da Construtora Laredo. Essas são algumas das providências imediatas que devem ser tomadas para amenizar os problemas com a falta de macrodrenagem na região, segundo Sandro Costa. “O problema mais grave vai ser a mudança no sistema de esgotamento”, observou ele. De acordo com o perito do MP, a interligação desses canais resolve o problema de drenagem na região, mas a obra deve ter continuidade, de forma que as águas cheguem até o rio.

“Está havendo reflexo de um investimento no outro. Não adianta a liberação de obras, por parte da Emurb, pensando de forma isolada”, constatou Bosco Franco. O estudo das bacias, firmado num termo de ajuste de conduta (TAC), para elaboração da primeira fase do projeto de macrodrenagem, deve ser entregue pela Emurb até o dia 27 de dezembro. Após a entrega desse estudo, o órgão municipal tem um prazo de seis meses para a entrega do projeto de macrodrenagem, “que abrange toda área desde a avenida Melício Machado até a entrada da Aruana”, ressaltou Sandro Costa.

16/10/2007 GMT 1

Recurso hídrico é tema de debate na Câmara de Aracaju,sessão Plano Diretor.

drummond @ 18:12

Recurso hídrico é tema de debate na Câmara de Aracaju

11/10/2007, 13:04

Em mais uma sessão especial para debater o projeto do novo Plano Diretor de Aracaju, o presidente do
Gois pede uma atenção especial no novo Plano Diretor para os recursos hidricos. (Foto: César de Oliveira).
Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Sergipe, Antônio Góis, fez uma explanação sobre a importância das bacias hidrográficas no contexto aracajuano. Antônio Góis iniciou a explanação mostrando todas as bacias hidrográficas do Estado e o percentual delas no território de Sergipe. Sobre o Comitê da Bacia Hidrográfica do rio Sergipe, Antônio Góis, destacou que a Câmara tem um representante, que é atualmente o vereador Chico Buchinho. “Chamo a atenção porque Aracaju não tem um órgão para tratar deste assunto”, lamentou.

O presidente do Comitê levantou temas importantes como a necessidade do aterro sanitário da região metropolitana. Antônio Góis lembrou que Aracaju do ponto de vista do abastecimento de água tem hoje 95,4 % e o atendimento da rede geral em cerca de 50%. Ele entende também que os vereadores devem discutir muito a questão do zoneamento ambiental em Aracaju. Antônio Gois levantou também o debate sobre a titularidade sobre os serviços de saneamento para os municípios. “Historicamente a maioria dos serviços, inclusive Aracaju, não exerce o seu poder e fica a reboque da concessionária”, disse, afirmando que

até hoje Aracaju não dispõe de um contrato de concessão.

O vereador Valdir Santos (PTdoB), parabenizou Antônio Góis pela exposição e aproveitou para lembrar a necessidade do investimento do governo estadual na Deso, principalmente para recuperar as estações de tratamento de água. O vereador Elber Batalha Filho (PSB), entende que é preciso um debate amplo sobre os recursos hídricos no PD e como a Câmara poderá ampliar as ações para beneficiar o uso correto destes recursos.

O vereador Chico Buchinho (PT), que é o representante da Câmara no Comitê da Bacia do Rio Sergipe aproveitou para também defender a necessidade de aprofundar o debate sobre os recursos hídricos, já que o PD tem um capitulo sobre as questões ambientais, mas não tem sobre os rios. “Aracaju é a única capital do país que não tem um órgão gestor na questão ambiental” lamentou. A vereadora Rosangela Santana (PT) entende que a parceria com Antônio Góis, principalmente para apresentação de emendas, será importante para aprimorar o Plano Diretor.

O relator do Plano Diretor, Emmanuel Nascimento (PT), disse que todos estão cumprindo a tarefa de discutir e aprimorar o Plano Diretor com a intenção de fazer o melhor para os aracajuanos. Ele entende que todos têm que ter a preocupação com a bacia hidrográfica de Sergipe. Emmanuel deu exemplo com o rio Sergipe e a necessidade fazer a manutenção de todos os rios. “Porém o mais importante é criar uma consciência na sociedade da importância dos rios”, disse, lembrando que a Câmara vai votar também o Código do Meio Ambiente. Emmanuel disse que está estudando uma forma para colocar exigências no PD, para que estejam dentro das normas usadas nacionalmente, com diversos controles. Magal da Pastoral, vereador do PT, destacou a importância da palestra que servirá de subsídios importantes para os vereadores.

O ex-vereador Goisinho (PT), lembrou que participou do Comitê da Bacia do rio Sergipe e lamentou que o Estado não tem um plano diretor das bacias hidrográficas. “Apesar de saber que a água é vital para todos e será a luta do século os nossos governantes não dão a atenção devida à área”, disse, lembrando que quando vereador apresentou uma emenda a Lei Orgânica – que foi aprovada por unanimidade – garantindo que o serviço de saneamento em Aracaju não pode ser privatizado.

FONTE SITE CÂMARA MUNICIPAL DE ARACAJU

Meio Ambiente debatido na Câmara M. de Aracaju sessão do Plano Diretor

drummond @ 17:37

Mais uma vez a revisão do Plano Diretor de Aracaju foi pauta da Câmara Municipal. O Meio Ambiente foi o tema debatido nesta quinta-feira, 04.

Estiveram presentes na Sessão Especial a consultora do meio ambiente, Lílian de Lins Wanderley, o representante da OAB, Nilton Ferreira Inhakuite e a aluno do 7º período do curso de arquitetura e urbanismos da Unit, Valter Ferreira Rocha.

A consultora do meio ambiente, Lílian de Lins fez uma explanação sobre os modos de ocupação próximos as dunas e áreas de preservação ambiental, além também das funções ambientais das dunas.

O vereador Elber Batalha Filho, questionou sobre a possibilidade de se incluir no Plano Diretor a regulamentação dos cemitérios verticais na Zona de Expansão e também se os 30% de taxa de impermeabilidade, propostos pelo atual Plano, realmente é viável para o desenvolvimento de uma cidade. Uma outra preocupação do vereador é em relação ao avanço do mar na orlinha da Coroa do Meio, que a água já está avançando o quebra-mar e invadindo os bares daquela região.

Sem meio ambiente não há energia

drummond @ 15:30

*Carlos Mariz

Para ler outros artigos do autor acesse o Blog: http://carlosmariz.blogspot.com

A realidade energética do Brasil é preocupante. Conceitualmente, o sistema energético compreende toda a atividade de extração, tratamento e distribuição além do uso de energia. Tal sistema, atualmente, torna-se um dos principais responsáveis pela agressão direta ao meio ambiente e ao próprio homem em escala local, regional, nacional e global.

É através da extração desses recursos naturais, seja petróleo, carvão, biomassa ou termoeletricidade que surgem implicações e danos ambientais chegando a ponto de transfigurar suas principais características, tais como: a brusca mudança nos padrões climáticos, do uso do solo, dos recursos hídricos e da própria cobertura vegetal.

Com isso, não é à toa que ampla discussão vem sendo travada pelos diferentes setores da sociedade para se buscar alternativas que possibilitem a implantação de programas, assim como, a captação de incentivos que evitem cada vez mais a degradação ambiental e, conseqüentemente, a falência do setor energético.

Há de se levar em consideração que o aumento da demanda e da oferta de energia vem trazendo enormes desafios aos setores de planejamento das empresas e aos órgãos governamentais, que precisam urgentemente adotar medidas que efetivamente resguardem a integridade do ecossistema e garanta o fornecimento de energia a toda a população anos a fio.

Faz mister lembrar que ao se falar em matrizes energéticas, soa o famigerado programa de construção de usinas nucleares, o qual voltou a fazer parte da pauta do Governo e que vem causando arrepios aos ambientalistas, isso porque, segundo eles, a retomada do programa nuclear brasileiro caracterizará o retrocesso histórico de uma nação que, praticamente, não saiu da incubadora do desenvolvimento.

Por certo, que a energia nuclear é a que mais vem preocupando a sociedade como um todo, motivo pelo qual basta dar uma olhada no passado e identificar os danos causados por ela ao meio ambiente e à saúde humana. E essa fonte de energia trás consigo problemas sérios, quando questões vêm à baila no tocante a manipulação do material radioativo no processo de fabricação do combustível nuclear. Os riscos de vazamentos e acidentes são iminentes. Não se pode deixar de mencionar, também, a falta de infra-estrutura que o Brasil possui para o armazenamento e conservação do lixo radioativo.

Mesmo que o país detenha a sexta maior reserva de urânio do mundo, matéria prima para abastecer suas futuras e atuais usinas nucleares, como afirmam alguns especialistas, não seria sensato ao governo brasileiro retomar tais projetos, uma vez que elevados são os custos para implementar e complementar tais políticas, frente aos grandes riscos que o país precisará correr.

Por outro lado, as crises dos setores termoelétrico e hidrelétrico revelam o já profetizado sinal de desgaste, de esgotamento. As termoelétricas, por exemplo, contribuem com a poluição ambiental na medida em que lançam no ar dezenas de centenas de gases, o popular dióxido de carbono, responsável pela manutenção da temperatura na terra e que, em excesso, impedem a saída do calor para a atmosfera provocando o efeito estufa, cenário bastante conhecido.

Já as hidroelétricas, caracterizadas como fontes “limpas” de energia, também possuem parcela razoável de culpa quando promovem impactos irreparáveis ao meio ambiente, na medida que alteram a temperatura, a composição e as propriedades químicas das águas, a partir do instante em que as represam, ocasionando, contudo, um verdadeiro descompasso no ecossistema, afetando não só a fauna como também a flora.

Diante desse quadro, urge reconhecer que, para a expansão do sistema energético brasileiro, é necessário buscar meios alternativos que viabilizem eficiência da produção e o uso de energia, através dos seus recursos renováveis. Meios esses como a utilização das energias eólica e solar com certeza irão contribuir para aliviar os danos que, ao longo de anos, vem submetendo o meio ambiente, na busca desesperada de salvar esse maior patrimônio da humanidade e garantir, portanto, a continuidade do abastecimento energético.

*Carlos Mariz é jornalista, Acadêmico de Direito, Presidente da Associação de Moradores do Brisa Mar e Delegado Colegiado do Combaze.

15/10/2007 GMT 1

Moradores do Franco Freire,Robalo e Areia Branca.

drummond @ 15:22

Em breve estaremos em sua comunidade com todos os membros do COMBAZE realizando uma reunião com toda comunidade.Aguardem a publicação do dia,local e horário.

Moradores da Zona de Expansão de Aracaju

drummond @ 15:18

O COMBAZE vem acompanhando todas as sessões do plano diretor de Aracaju ,que infelizmente não está sendo apreciado pelos 19 vereadores .Devido a falta de comprometimento de alguns deles o COMBAZE a partir de agora irá publicar os nomes dos vereadores que estão participando ativamente.
Estamos de olhos bem abertos para o PLANO DIRETOR DE ARACAJU.

11/10/2007 GMT 1

COMBAZE na sessão do Plano Diretor de Aracaju

drummond @ 21:25

Movimentos populares debatem PD na Câmara

09/10/2007, 13:21

Em sessão especial os vereadores de Aracaju, debateram com representantes de movimentos populares o projeto de lei do novo Plano Diretor de Desenvolvimento de Aracaju. A Câmara de Aracaju abriu espaço para diversas entidades como.O relator do PD, Emmanuel Nascimento (PT), disse que algumas entidades foram convidadas com base numa resolução existente desde a aprovação do primeiro Plano Diretor, mas outras entidades terão a oportunidade de se manifestarem na Câmara.

O representante da União das Associações do bairro Santa Maria, José Valmir Santos, conhecido como Russo, disse que existem vários problemas em toda a cidade na área da construção em locais indevidos e regularização de terrenos. Ele defendeu que o PD tenha uma atenção especial para a comunidade carente, lembrando que na região que representa vários conjuntos e loteamentos não têm escrituras. A representante da Central dos Movimentos Populares, Vilma Bena, reclamou a falta de saneamento em vários locais, como no bairro São Carlos. Givanildo Santos, também criticou a falta de atenção do poder público com a periferia.

Karina Drummond, representante do Conselho das Associações de Moradores do Bairro Aeroporto e Zona de Expansão – Combaze, disse que era importante que os movimentos populares formasse um grupo para assistir ativamente as sessões especiais da Câmara que debate o Plano Diretor. Karina Drumond relatou vários problemas da Zona de Expansão referentes à falta de drenagem e de infra-estrutura. “Se pensa em conjuntos que são construídos, mas não se pensa no futuro de como será viabilizada toda área habitacional”. A coordenadora da Central dos Movimentos Populares, Roseane Patrício, disse que teve a oportunidade de participar das plenárias realizadas pela Prefeitura para debater o PD e levantou alguns posicionamentos em defesa dos movimentos sociais. O presidente da Fabaju, José Roque dos Santos, elogiou o debate e criticou uma série de invasões que vem ocorrendo em Aracaju. O presidente da Famese, Salatiel Oliveira, disse que o Plano Diretor é complexo e levantou a preocupação com o meio ambiente. “Estamos vendo os grandes edifícios sendo construídos sem os parâmetros que possamos fazer uma maior fiscalização”, disse, afirmando que por conta disso Aracaju não tem a mesma ventilação de alguns anos atrás.

O ex-vereador Goisinho, representando a entidade Acauã, lembrou que Aracaju foi uma cidade planejada para uma época que não se tinha carros e a preocupação com o meio ambiente. Goisinho disse que de um período para cá a especulação imobiliária deu o direcionamento da cidade, dando como exemplo mais recente, o bairro Jardins. “É o momento de se construir de verdade o direito de construir”, lembrou, afirmando que o coeficiente do solo em Aracaju é um, e só pode ser mudado através de plebiscito, conforme estabelece a Lei Orgânica. Ele ressaltou também que a regularização fundiária é necessária e é preciso que a Prefeitura faça a sua parte.

O relator do Plano Diretor, Emanuel Nascimento (PT), destacou que a Câmara vem realizando debates com vários segmentos organizados e lembrou que o Legislativo está à frente das grandes ações em Aracaju por muitos anos. “As administrações crescem e se valorizam através da parceria com a Câmara”, disse. Ele lembrou que o Plano Diretor não pode ser transformado num debate eleitoral, mas sim num debate técnico com a discussão efetiva de todos os segmentos organizados de Aracaju.

O vereador Chico Buchinho (PT), lembrou que vários segmentos organizados foram ouvidos pela Câmara, além do projeto antes de ser enviado ao Legislativo foi debatido em plenárias realizadas pela Prefeitura em todos os bairros. O vereador Valdir Santos (PTB) disse que a Prefeitura fez a parte dela com as audiências públicas, mas a participação da comunidade foi pouca. Elber Batalha Filho, vereador do PSB, avaliou alguns problemas técnicos do projeto que está em vigor e lembrou do termo de compromisso que conseguiu que a Prefeitura assinasse com a intervenção do Ministério Público para realização da macro-drenagem de algumas áreas da Zona de Expansão. Vários outros vereadores presentes destacaram a importância da participação popular durante a discussão do PD e lembraram que os movimentos populares podem apresentar as emendas que acharem necessário ao projeto que será votado em segunda discussão.

FONTE:SITE CÂMARA MUNICIPAL DE ARACAJU

03/10/2007 GMT 1

Casas do PAR abandonadas!

drummond @ 23:36

Casas vazias nos empreendimentos do Programa de Arrendamento Residencial (PAR) da Aruana, em Aracaju, ainda representam riscos para a comunidade local. “São onde os marginais se escondem. A gente não tem como ver. Antes de entrar em casa, a gente tem que dar uma volta de carro pela rua. Já fui assaltada e sei o perigo que essas casas vazias representam”, disse a moradora C. K., que não quis se identificar com medo de represálias. Um levantamento feito pelas Associações de Moradores dos Residenciais Brisa Mar e Costa Nova I, II, III e IV, realizado em julho do ano passado, apontou que 143 casas estavam vazias, ou abandonadas, somente nestes empreendimentos. Sendo que dessas, 70 eram nos residenciais Costa Nova e 73 no Brisa Mar.

“Como esse levantamento já tem cerca de um ano e três meses, a situação já modificou um pouco. Algumas dessas casas que estavam vazias já foram ocupadas e outras vendidas, o que também não é permitido, porque o objetivo do PAR é atender as famílias que não tem casa própria”, informou o presidente da Associação de Moradores do Brisa Mar, Carlos Mariz Moura de Melo, ao ressaltar que somente nesse residencial existem 496 casas. “Ano passado uma criança de oito anos foi estuprada. Ela mora aqui pela Aruana e o marginal arrastou a menina para um terreno vazio aqui perto do Costa Nova, quando ela saiu da escola e estava a caminho de casa”, contou a presidente da Associação de Moradores dos Residenciais Costa Nova, Karina Drummond.
Segundo ela, o levantamento das associações de moradores foi feito justamente por conta da falta de segurança na região. “Hoje em dia, mesmo que o número de residências vazias tenha diminuído, os moradores ainda têm medo. Muitas casas são usadas como veraneio e passam uma semana, ou mais dias, fechadas”, disse ela, ao ressaltar que a casa de número 121, localizada na rua 02, no Costa Nova I, está totalmente abandonada e já foi, inclusive, depredada por marginais. “Levaram o sanitário, pias e portas. Sem contar que ela está servindo de esconderijo para usuários de drogas. Teve um marginal que se escondeu nela para assaltar uma mercearia que fica próxima. A não moradia agrava muito a questão da insegurança”, completou.

Karina Drummond informou que a falta de segurança nesses empreendimentos só não está mais grave porque a Secretaria de Segurança Pública (SSP) colocou uma viatura para fazer ronda no local e instalou um Posto de Atendimento ao Cidadão (PAC). No entanto, os policiais estão provisoriamente instalados na sede da associação de moradores. “Nós emprestamos a sede da associação, mas durante uma reunião entre o prefeito Edvaldo Nogueira e os representantes do Conselho das Associações do bairro Aeroporto e Zona de Expansão de Aracaju (Combaze), foi discutida a questão da construção do posto policial, mas ainda não temos nada definido”, declarou.

Na próxima semana, o Ministério Público estadual (MP) vai realizar uma audiência pública para tratar de assuntos relacionados aos residenciais do PAR da Aruana, como infra-estrutura, reforma do canal do Costa Nova, falta de segurança, macrodrenagem, entre outros. Na Aruana, o PAR compreende oito empreendimentos, ou seja, Brisa Mar, Costa Nova I, II, III e IV, Ortho do Carvalho, Franco Freire e Águas Belas.foto.bmp
FONTE JORNAL DA CIDADE
MATÉRIA :MOEMA LOPES FOTO:HERIBALDO MARTINS

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